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Duplicação da BR-116 é entregue com produtos MC

Os últimos dez quilômetros que faltavam para a duplicação total da BR-116, a Autopista Régis Bittencourt, foram inaugurados em dezembro (2017) pelo ministro dos Transportes, dos Portos e da Aviação, Maurício Quintella. O trecho fica na Serra do Cafezal, entre os municípios de Juquitiba e Miracatu, ainda no trecho paulista da estrada. A rodovia liga São Paulo a Curitiba e possui 402,6 quilômetros.

O trecho da Serra do Cafezal faz parte dos 30,5 quilômetros de extensão que começaram a ser duplicados em 2010. As obras, que receberam ao todo R$ 1,3 bilhão de investimentos da concessionária Arteris S/A, incluem três pontes, quatro túneis, 36 viadutos, duas passarelas para pedestres, além de passagens de travessia da fauna e programas ambientais.

“Esta é uma das obras mais emblemáticas do País, pela sua história, complexidade e relevância para o desenvolvimento socioeconômico e turístico brasileiro. E a duplicação vai trazer mais segurança e melhor condição de trafegabilidade não apenas para o Estado, mas para o Brasil como um todo”, disse o ministro Quintella.

De acordo com o ministério, “por dia, 127 mil veículos trafegam pela rodovia, sendo 60% deles caminhões. Nos trechos de maior movimento, como na Serra do Cafezal, são cerca de 25 mil veículos diariamente. Os investimentos já realizados na estrada foram fundamentais para a redução de acidentes graves. Em seis anos, o número de mortes caiu 55%, passando de 196 em 2010 para 88 em 2016. E, especificamente na Serra do Cafezal, onde estão os trechos mais sinuosos da rodovia, a redução foi de 47% no mesmo período”.

Divulgação: Autopista Régis Bittencourt)

Foto/Divulgação: Autopista Régis Bittencourt

Um dos objetivos do projeto de duplicação era a segurança. Devido ao clima úmido da região causado pelos lençóis freáticos, a concessionária escolheu a tecnologia alemã da MC-Bauchemie, com impermeabilização por cristalização.

“A impermeabilização por cristalização funciona como profilaxia, uma prevenção aos possíveis danos. Cicatriza fissuras, tornando o concreto mais saudável e imune a ‘doenças’”, explica a Jozenias Vale, Gerente Comercial da MC.

A rodovia, segundo o Ministério dos Transportes, dos Portos e da Aviação, é o principal corredor logístico para a integração regional e para o escoamento de produtos das regiões Sul e Sudeste, além da Argentina, do Paraguai e do Uruguai, para o resto do Brasil. A estrada, também, é o meio utilizado por milhões de turistas que viajam, de carro ou ônibus, para conhecer as belezas naturais das regiões Sul e Sudeste.

Desde 2008, a Autopista Régis Bittencourt, que pertence à Arteris S/A, é a concessionária responsável pela rodovia. A concessão para administrar e conservar a estrada por 25 anos foi vencida em leilão realizado em outubro de 2007. O contrato foi assinado em 14 de fevereiro de 2008 e prevê investimentos de R$ 4,6 bilhões durante a vigência de 25 anos.




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